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24/07/2017

(VÍDEO)Como funcionam as Novas Regras do Credito rotativo para Cartões de Crédito que limitam o pagamento mínimo da fatura



 Entenda o que muda com as novas regras do Cartão de Crédito para reduzir juros aos clientes que precisam entrar no rotativo do cartão, conhecido como pagamento mínimo


Novas Regras do Credito rotativo para Cartões de Crédito


As novas regras para o uso do rotativo do cartão de crédito começaram a valer a partir do dia 03/04/2017, com isso os clientes passam a ter restrições para fazer o pagamento mínimo da fatura e acessar o crédito rotativo.

A determinação foi divulgada pelo Banco Central no dia 26/01/2017 e diferente do que ocorria antes, quem optar por pagar o valor mínimo da fatura não poderá fazer essa opção por vários meses consecutivos. 

A restrição foi criada para evitar o uso do rotativo e obrigar os bancos a oferecer uma solução de parcelamento para o cartão de crédito com juros mais baratos. A taxa de juro do rotativo encerrou o ano de 2016 com 484,6% ao ano, segundo informações do Banco Central.

A novas regras também serviram para reduzir a inadimplência e evitar o super endividamento dos usuários de cartão de crédito. Sendo assim, na prática, o consumidor não vai mais ficar preso ao rotativo do cartão, popularmente conhecido como pagamento mínimo da fatura.

Sempre que o consumidor entrar no crédito rotativo, depois de 30 dias o banco terá de oferecer ao cliente um parcelamento do saldo devedor. O consumidor também fica com a opção de, depois desse prazo, fazer o pagamento à vista. Caso ele não escolha nenhuma das duas alternativas, ficará inadimplente.

Os bancos obrigam-se a operar com as novas regras desde o dia 03/04/2017, data limite para adequação.  A expectativa do governo é de que as taxas de juros caiam pela metade e o cliente fique por menos tempo no rotativo do cartão, favorecendo assim, que o mesmo volte a consumir e movimentar a economia.

Antes dessas novas regras, se o cliente fizesse uma fatura de R$ 1 mil, mas tivesse apenas R$ 150 para pagar, a dívida poderia se tornar impagável. No primeiro mês, o saldo devedor saltaria de R$ 850,00 para R$ 948,72. No fim do sexto mês estaria em R$ 1.708,90. Um verdadeiro absurdo e incompatibilidade com a realidade atual da economia.

Vale salientar, que pelas novas regras, o cliente ainda pode fazer o pagamento integral de sua dívida a qualquer momento, mesmo antes do vencimento da próxima parcela.



Pontos importantes para análise


Com a nova pratica de taxas menores, o valor final pago pelos consumidores ao fim do parcelamento torna-se mais menor do que seriam com juros rotativos do cartão. Porém, o cliente pode ficar sujeito a parcelas maiores do que pagaria caso fizesse o pagamento mínimo da fatura por vários meses.
Remetendo a um exemplo prático, imagine uma dívida de R$ 1 mil paga em 1 ano. Pelo rotativo do cartão, considerando os juros médios de 4 grandes bancos do Brasil (16,4% ao mês), o cliente que optasse por pagar o valor mínimo da fatura por 11 meses arcaria com parcelas de R$ 134 a R$ 148. Pagando o saldo devedor restante de R$ 885,42 no 12º mês, a dívida de R$ 1 mil teria se tornado R$ 2.588.
Comparando: considerando os juros médios já anunciados pelos bancos nas novas regras, a dívida final somaria R$ 1.872, com 12 parcelas iguais de R$ 143,00.
Nesta simulação consideramos a média das taxas máximas informadas pelos bancos nas linhas de parcelamento.

Assista o Vídeo complementar para saber mais sobre as Novas Regras do Cartão de Crédito:







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